sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Volume


O volume é uma das ferramentas mais antigas da análise técnica e indica a quantidade de ações negociadas, bem como o capital financeiro que está sendo negociado durante um determinado período de tempo e representa o grau interesse dos investidores por um determinado ativo. Como exemplo, podemos citar: gráfico de 15”, 60”, diário e assim por diante.


Do ponto de vista prático, o volume quantidade tem maior importância para o trader em comparação ao volume financeiro, uma vez que este último reflete o montante de capital que está sendo negociado no ativo e não a quantidade de ações negociadas. O aumento ou diminuição do volume, se considerado apenas o volume financeiro, pode gerar um sinal “distorcido” sobre a movimentação dos preços, pois ele pode ser realizado através de poucos negócios. Desta forma, consideramos o volume quantidade quando estamos avaliando graficamente um ativo.
A avaliação do volume quantidade sempre deve ser feita em conjunto com a movimentação dos preços. Em nenhum momento os sinais acima devem ser estudados isoladamente. É importante reforçar este aspecto, pois é um erro muito freqüente, no entusiasmo da alta dos preços, esquecer de ponderar o volume.
Alguns pontos sobre a função do volume no comportamento dos preços são:
  1. A confirmação dos padrões de continuação ou de reversão;
  2. Avaliar o grau de confiabilidade de um rompimento, seja de suporte ou resistência;
  3. Considerar a força de uma tendência;
  4. Ponderar o grau de uma correção indicando o término ou início da mesma.
Deste modo, quanto maior o volume, mais forte é o movimento que está sendo realizado e vice-versa; por exemplo, se há um aumento dos preços com volume acima da média, indica que esse movimento tende a continuar ascendente. Por outro lado, quando o volume e o preço começam a demonstrar sinais diferentes, ou seja, o preço segue subindo enquanto o volume diminui, há um sinal de fraqueza no movimento, que indica especial atenção na seleção das operações.
Cabe ressaltar que quando os preços se aproximam de uma resistência após uma alta e o volume decresce há uma indicação de possibilidade de correção, assim como quando os preços se aproximam de um suporte e sinalizam a retomada do volume na formação de um candle de reversão podemos estar frente à retomada do movimento de alta.
Ainda como exemplo, citamos o seguinte quadro: os preços em congestão testando uma resistência com aumento de volume gradativamente indicam possibilidade de haver rompimento da mesma; o mesmo serve para rompimento de suporte. Nestes casos, é fundamental analisar se o aumento do volume se concentrou em poucos negócios ou se houve uma distribuição do mesmo ao longo do pregão, a fim de fortalecer o sinal.
Observe os exemplos gráficos abaixo:

O volume aumenta à medida que os preços também aumentam e diminui nas correções: isso indica um movimento de alta saudável, em se tratando de uma tendência de alta como no exemplo apresentado.

Os preços estão subindo enquanto o volume está decrescendo: isto é o que se denomina uma divergência de volume e indica correção dos preços.
Outro sinal de divergência em que devemos ficar atentos é o comportamento do volume nas altas e baixas. Por exemplo, o volume é crescente nas altas ou baixas, porém vem diminuindo (apesar de ser crescente) em comparação aos movimentos anteriores.

Neste exemplo observa-se um candle de reversão com aumento do volume, o que sinaliza um possível movimento de alta.
Em outro exemplo, os preços estão testando a resistência e o volume é crescente, indicando o aumento de interesse pelo papel. Observem que o aumento do volume sinalizado no gráfico diário se distribuiu ao longo do dia (gráfico de 15”), o que reforça a confiabilidade do sinal de aumento do volume e, portanto, da força do rompimento.
Gráfico diário

Gráfico 15”

Existem situações em que podemos observar o aumento do volume em topos e fundos, o que gera um sinal perigoso, pois na verdade não passa, na maioria das vezes, um sinal de exaustão do movimento. Abaixo apresentamos o exemplo.

Em conclusão, devemos ficar atentos às diferentes interpretações que essa ferramenta simples e prática nos oferece quando correlacionada aos movimentação do mercado, pois é mais um modo que contribui na “confirmação“ dos sinais gráficos avaliados, corroborando com a sustentabilidade de maior ou menor probabilidade do movimento.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Fibonacci


Leonardo Pisano (1170 - 1250), também conhecido como Fibonacci, foi um dos grandes matemáticos da Idade Média.

Sua contribuição para o número de ouro surgiu com o estudo sobre o crescimento da população de coelhos. O matemático percebeu que a seqüência formada pelos números de filhotes gerados mês a mês (1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144, 233, 377...), era o resultado da soma dos dois anteriores. E mais: dividindo um número pelo anterior obtêm-se resultados que convergem para esse número de ouro, 1,618. Pisano então concluiu que a razão de 1,618 não só representava uma constante de crescimento de cada ninhada de coelhos, como também era uma constante universal de crescimento e evolução da natureza.






Abaixo seguem as proporções mais importantes extraídas da sequência de Fibonacci:

1,618
1,000
0,750
0,618
0,500
0,382


Número de Ouro: 1,618



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Por: André Mendonça

O número de ouro, também conhecido pela letra grega (phi) e representada pelo número 1,618, tem fascinado intelectuais de diferentes interesses, durante pelo menos 2400 anos. Não se sabe ao certo a data de sua descoberta, entretanto um dos registros mais antigos de seu estudo e utilização situa-se no século V a.C com um dos maiores matemáticos de todos os tempos, Pitágoras.

Pelos indícios históricos, é razoável supor que este número talvez tenha sido descoberto e redescoberto diversas vezes, o que explica o porquê dele apresentar vários nomes: proporção áurea, número de ouro, número áureo, proporção dourada, razão áurea, razão de ouro, divina proporção, proporção em extrema razão, divisão de extrema razão, ou, simplesmente, F (phi).




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detalhadamente as diversas formas de se aplicar o número de ouro
nos gráficos utilizando a ferramenta de Fibonacci."

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À medida que o tempo passava, esse intrigante número fascinava gerações e gerações de grandes pensadores. Freqüentemente a proporção de 1,618 era utilizada não só por grandes nomes da matemática, como Pitágoras, Euclides, Leonardo De Pisa (Fibonacci); como também da arquitetura, por Phidia, Le Corbusier; da psicologia, por Platão; da pintura, por Leonardo Da Vinci, Giotto, Salvador Dalí; da música, por Beethoven, Mozart; da literatura, por Homero, etc. De fato, é provável que seja justo dizer que o Razão Áurea tem inspirado pensadores de todas as disciplinas como nenhum outro número na história da matemática.



Mesmo sendo de origem desconhecida, sua onipresença é um fato que surpreende. Tanto na natureza como em obras realizadas pelo homem a proporção de 1,618 pode ser facilmente encontrada, como por exemplo: no comportamento dos átomos, nas espirais das galáxias, na refração da luz, nas ondas do oceano, nos furacões, no crescimento das plantas, nas conchas dos caramujos nautilus, nas escamas dos peixes, nas populações de abelhas, nos marfins dos elefantes, nas partes do corpo humano, na arte, na literatura, na música, na arquitetura, no design, no produtos industrializados, nas oscilações de preços do mercado financeiro etc.



Veja acima algumas aplicações do número de ouro na natureza.

Teoria das Ondas de Elliott

O que é Teoria das Ondas de Elliott

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Por: André Mendonça

Atualmente, tanto para quem utiliza a Análise Fundamentalista quanto a Análise Técnica, é praticamente lugar comum falar que o mercado se movimenta em ciclos de alta e de baixa. Porém, foi Ralph Nelson Elliott o gênio que, entre as décadas de 30 e 40 do século XX, conseguiu demonstrar e provar graficamente que os movimentos dos preços se comportavam de formas cíclicas formando padrões geométricos, os quais eram gerados pelo comportamento do emocional de massa no mercado financeiro.


Representação real de um ciclo da Teoria das Ondas de Elliott:




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capitais totalmente baseadas no Princípio das Ondas de Elliott."

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Sua base de raciocínio é a de que a emoção surge primeiro que a ação. Por isso, a representação gráfica de uma série histórica de cotações de um ativo nada mais é do que a oscilação de humor do coletivo numa tentativa desesperada de encontrar sua precificação.

Segundo Elliott, o público age de forma emocional, subjetiva e impulsiva, tomando decisões em condições de ignorância e incerteza, e, na maioria das vezes, assumindo a chamada "atitude manada".

Com o propósito de quantificar a psicologia humana associada às oscilações dos preços, Elliott catalogou diversos desses padrões gráficos criando específicas regras, originando assim o Princípio das Ondas de Elliott ou, simplesmente, Teoria de Elliott.

Logo abaixo, de forma resumida, segue o padrão geométrico de um ciclo que Ralph Elliott identificou. Note que a representação gráfica é mais que um simples padrão, é uma forma de se mapear a evolução do preço até o momento presente, a fim de vislumbrar cenários futuros.

Representação teórica padrão:



A identificação dos padrões gráficos permitiu que Elliott conseguisse encontrar as "formas" existentes no mercado de capitais, porém faltava uma ferramenta que lhe auxiliasse medir essas mesmas formas. Então Elliott recorreu à matemática e lá encontrou uma importante proporção chamada de Número de Ouro (=1,618) que foi extraída da seqüência de números de Fibonacci, a qual possui fortes correlações com o seu princípio.

Para este estudioso, os ciclos têm características definidas e a compreensão de sua Teoria permite que o investidor possa antecipar com certa precisão grandes reversões de tendência tanto de índices, ações, derivativos, commodities ou moedas, e, assim, aproveitar os bons movimentos de alta ou de baixa do mercado.

Onde aprender?

http://www.dojistar.com.br/cursos/index.asp

O mais recomendado por mim até hoje é do Didi Aguiar. Ele utiliza uma média de cinco Indicadores Técnicos e é O Cara. 

Uma palhinha:
http://www.youtube.com/watch?v=dg-ltL9CJdc





Valor do curso: R$ 6000,00

Existem outros mais em conta. Publico depois, por hora deixo a dica: Prof. Parddal da TCX. SP. Leandro e Stormer tb são bons.
Boa Sorte!

Indicadores Técnicos ou se preferir, ferramentas de trabalho

Indicadores Técnicos


É uma representação gráfica de uma fórmula matemática, utilizando como dados de entrada  
o preço , o volume , ou os dois juntos. O preço pode ser de abertura, fechamento , máximo 
ou  mínimo. O indicador é plotado junto ao gráfico principal do preço da ação em um 
determinado período de tempo. 
Fornecem sinais de compra ou venda, indicam a tendência da ação, da força dessa tendência, 
do grau de saturação de uma alta ou baixa e servem também como filtro de flutuações de 
preço que podem dificultar a interpretação do gráfico.
Há centenas de indicadores técnicos e muitos são criados frequentemente. Porém utilizar 
mais que 2 ou 3 indicadores não é necessário, deixaria você muito confuso. 

Os indicadores são calculados utilizando um determinado período de tempo. Quanto menor o 
período , mais sensível o indicador será , porém poderá dar mais falsos sinais. Ao 
contrário, se aumentarmos o período , teremos sinais mais confiáveis porém pode-se 
perder boas oportunidades.

O período pode ser medido em dias , semanas , anos e até em minutos para quem compra e vende no
mesmo dia. O gráfico diário ( período em dias ) , é bastante usado, porém o gráfico semanal dá
resultados mais confiáveis.

Os indicadores técnicos são divididos em grupos. Procure não usar indicadores de apenas um grupo
porque darão resultados redundantes, limitando sua visão do comportamento da ação.

Indicadores de Momento :

Indicadores de momento normalmente fornecem pontos ( os momentos ) de entrada e saída.

- Índice de Força Relativa
- Estocástico Lento e Rápido (%K, %D)
- Commodity Channel Index
- ROC (Rate of Change) 
- Williams %R 
- StochRSI 
- TRIX
- Ultimate Oscilador
- Money Flow Index
- Elder-ray
- Force Index
- SAR Parabolic
- Hilo Activator


Indicadores de Tendência :

Fornecem a direção do mercado, se está subindo ou descendo.

- MACD - Histograma (Moving Average Convergence Divergence)
- Média Móvel
- ADX
- Aroon Up/Down
- Aroon Oscilador
- Trend Gann
- Swing Gann

Indicadores de Volatilidade :

Mostram se os preços estão muitos voláteis ( subindo e descendo sem tendência definida ).

- Average True Range
- Bollinger Band  
- Canal de Preço  

Indicadores de Volume :

Indicadores de volume são baseados no fato de que o volume precede o movimento do preço.

- OBV (On Balance Volume)
- Accumulação Distribuição
- Chaikin Money Flow 
- Chaikin Oscilador  
- Oscilador de Volume


Também podem ser estudados por esse link:
https://www.investbolsa.com.br/wiki/IndicadoresTecnicos.ashx

Chartismo - Análise Técnica ou Análise Gráfica

Retirado do Wikipedia

Análise Técnica também conhecida como Análise Gráfica, é uma ferramenta utilizada por investidores profissionais (conhecidos como traders) ou amadores para o estudo de acções individuais e do mercado de renda variável (também conhecido como mercado de risco), com base na Oferta e Procura de ativos (acções).
Baseia-se na ideia de que os preços dos ativos se movem de acordo com padrões repetitivos e identificáveis.
A análise técnica (AT) registra em gráficos, as atividades de preços e volumes e deduzem de sua história gráfica as prováveis tendências dos preços de ativos. Por meio de ferramentas estatísticas denominadas indicadores técnicos[1] é possível identificar pontos de possíveis reversões nessas tendências estabelecidas, facultando os investidores a antecipar-se aos movimentos de mercado.
A Análise Técnica foi fundamentada com a Teoria de Dow, que diz que os preços dos ativos refletem a reação do mercado em relação a todas as informações relevantes. Ou seja, o preço desconta tudo, tem tendência e os padrões se repetem.
Suporte e resistência, são um dos conceitos fundamentais da análise técnica. Admitindo-se que o mercado tem memória e grava preços, resistências seriam preços considerados "caros" para determinada ação. Nos gráficos, eles são percebidos quando em um trajetória ascendente a ação encontra dificuldades em continuar seu caminho. Já os suportes, são preços considerados "baratos" para determinadas ações; estes são observadas nos gráficos quando em trajetória descendente, a ações encontram dificuldades em continuar a trajetória de queda.
Os traders que se utilizam da análise gráfica buscam figuras de impulsão, tanto de queda quanto de alta, para aproveitarem o aumento ou queda dos preços de um determinado ativo devido a essa figura de impulsão. As figuras mais conhecidas são o W, M, OCO (ombro-cabeça-ombro), OCOI (ombro-cabeça-ombro invertido) e suas variações que podem ter vários nomes.
O tamanho das figuras de projeção permite ao trader projetar a variação de preços, de alta ou de queda, dos ativos utilizando-se das proporções de ouro que foram estabelecidas por Leonardo Fibonacci.
Outra técnica e método de análise de risco, é a Técnica da notação ou Rating, que consiste em medir o risco de um capital alheio específico. Esta análise é feita sobre uma empresa emitente. Contudo esta análise que se faz sobre uma empresa, a sua classificação final depende do conhecimento que o analista tem da situação global que a empresa vive e na sua capacidade de cumprimento da sua divida. O rating tem como objectivo avaliar a capacidade do emissor do título para gerar meios monetários, quer nos bons ou maus períodos, assim como no seu empenho em utilizar esses meios no cumprimento das suas obrigações perante os seus credores. Esta analise do rating centraliza-se assim nos fluxos de caixa operacionais do emissor em relação ao seu serviço da divida e na margem de segurança que geralmente tem em períodos de crise conjuntural. Em resumo o fulcro da análise do rating é:
  • a previsibilidade dos fluxos de caixa operacionais.
  • a capacidade de pagar juros e capital nas datas previstas.



A Ciência de Ficar Rico

Depois de mais de um século de sua primeira publicação nos Estados Unidos, o livro inspirador da obra O Segredo, de Rhonda Byrne, está de volta numa edição completamente revisada. Como um manual prático, o livro A Ciência de Ficar Rico  ensina a transformar pensamento em ação. Pragmático, ele é destinado a homens e mulheres que desejam ganhar dinheiro. Além de dicas para quem quer enriquecer, a obra assinada pelo americano Wallace D. Wattles também foi citada no filme O Segredo, como uma referência.

Aqui, o link de dowload.
http://www.4shared.com/document/1SO62KDn/A_cincia_pra_ficar_rico.html

Tá esperando o quê, para ler! Vai...



Teoria de Dow

Teoria de DOW

A Teoria de Dow é uma teoria que aborda a movimentação dos preços de ações e fornece uma base técnica para sua análise.
Charles Henry Dow formulou em 1884 esta teoria que é a base da Análise Técnica moderna, também é conhecida como chartismo.

A análise técnica surgiu com a Teoria de Dow escrita por Charles Dow, durante sua pesquisa para entender  o comportamento do mercado, também criou o famoso Dow Jones Industrial Average, muito confundido com o nome da Bolsa de Nova York a NYSE. Charles Henry Dow foi um jornalista co-fondador da Dow Jones & Company juntamente com Edward Jones e Charles Bergstresser, além disso  também fundou o The Wall Street Journal, que se tornou uma das mais respeitáveis publicações sobre economia do mundo.
Durante seus estudos, Dow  desenvolveu uma série de princípios para entender e analisar o comportamento dos mercados na qual posteriormente se tornou conhecida como a Teoria de Dow, que é o fundamento para a Teoria da Análise. Os principios da teoria são:
1. Os índices descontam tudo. Todos os possíveis fatores que afetam a cotação dos preços dos ativos (ações) são descontados por esses índices que consideram todas as notícias, resultados contábeis e financeiros, acidentes e etc. ( a mais famosa)
2. Os mercados se movem em tendências. As tendências podem ser de alta ou de baixa. Por sua vez, as tendências podem ser primárias, secundárias e terciárias, segundo sua duração.
3. Princípio de confirmação. Para confirmar uma tendência é necessário que os índices coincidam com a tendência.
4. Volume convergente. Se o mercado está em uma tendência de alta o volume aumentará, se em tendência de baixa o volume diminuirá.
5. Utiliza as cotações de fechamento para o cálculo das médias. Não leva em conta os máximos e mínimos para o cálculo de seus índices.
6. A tendência é vigente até que seja substituída por outra oposta. Até que os índices se confirmem, considera-se que a tendência antiga segue em vigor, apesar dos sinais aparentes de mudança. Este princípio procura evitar a prematura troca de posição (comprada ou vendida).